Governo do Estado avalia impacto na economia causado pelo bloqueio das estradas
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A maior preocupação é com as possiblidades de desabastecimento do mercado e fechamento de frigoríficos no Oeste de Santa Catarina.
Sopelsa disse considerar justas as reivindicações sobre valor do frete, que ficou com maior defasagem a partir do aumento do diesel, mas não concorda com a radicalização do movimento. "Temos que garantir o direito de ir e vir de todos', defendeu.
O secretário da Agricultura disse ter entrado no sábado em contato com os comandos das polícias rodoviárias estadual e federal e ter sido informado que a situação estava sob controle. Sobre o como o Estado irá agir, caso o bloqueio continue nos próximos dias, disse preferir primeiro conversar com o governador e defendeu o diálogo. Mas sugeriu que "o radicalismo só piora a situação".
Também nesta segunda-feira à tarde, mas em São Miguel do Oeste, haverá uma reunião com representantes dos caminhoneiros e segmentos ligados ao setor. A Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística de Santa Catarina (Fetrancesc), que apoia o movimento, será representada pelo presidente Pedro Lopes.
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